Fashionsampa

PROJETOS ACELERADOS

1ª Edição

O ateliê trabalha no desenvolvimento de peças de upcycling exclusivas feitas com tecidos que seriam descartados por grandes confecções. O projeto, busca reconstruir histórias de vida através do aprendizado de costura e focar o trabalho do ateliê no uso de materiais sustentáveis.

A iniciativa nasceu em 2019 com a necessidade de transformar, mudar e ressignificar peças que eram doadas para o brechó, antes de serem comercializadas a preços acessíveis para pessoas de baixa renda. Com o projeto, tem o objetivo de ampliar a presença da iniciativa nas redes sociais e plataformas de venda online, atraindo a comunidade e garantindo a sustentabilidade do empreendimento. Busca também investir em equipamento de costura de qualidade, infraestrutura adequada para funcionamento do grupo e treinamentos e workshops para aprimoramento das habilidades em costura e empreendedorismo.

A marca surgiu em 2018 com o intuito de levar a moda com estampas africanas para o público com menos poder aquisitivo, a partir do desenvolvimento de peças de baixo custo. Com o projeto, busca aprimorar o formato de gestão do negócio, desde a produção com a redução de custos, até a melhoria da gestão financeira e técnicas de venda com foco no público-alvo.

A Associação Comunitária Sócio Cultural (CISARTE), tem como missão  ser uma porta de acolhimento e atenção de cuidado em liberdade e redução de danos para pessoas em trajetória de rua, baseadas em metodologias sociais participativas e inclusivas. Com o projeto, busca formações técnicas mais qualificadas para fortalecer o grupo produtivo, como técnicas de costura, ampliação dos conhecimentos em modelagem, gestão de negócios, amadurecimento e teste do modelo de negócio. Também visa o investimento em máquinas de costura, insumos, mesa de corte e revisão da fiação elétrica do espaço.

Fundado em 2023, o coletivo busca desafiar a indústria da moda e inspirar mudanças positivas por meio de uma visão de moda sustentável, consciente e periférica. Comprometido com a inovação e a sustentabilidade, lidera iniciativas em práticas éticas de produção e uso de materiais sustentáveis. Com o projeto, visa expandir o coletivo através do investimento em maquinário, capacitações e acesso a experiências na área, além de enriquecer a indústria da moda com uma maior diversidade de vozes e perspectivas inovadoras.

O coletivo foi criado para possibilitar que mulheres de Heliópolis e região tivessem renda própria, atualmente, está focado na produção de uniformes, mas também atuam na formação no segmento têxtil, fortalecendo a comunidade. Com o projeto, busca aprimorar a capacidade de planejamento e gestão financeira do grupo por meio de capacitação, além de aumentar a capacidade de produção e variedade de produtos através da compra de maquinários.

Coletivo nascido no SUS há mais de vinte anos, tem como objetivo promover a inclusão social e a saúde mental através da moda sustentável e experimental, fortalecendo a cultura e a identidade da comunidade por meio de capacitação e empoderamento. Com o projeto, visa ampliar as produções e adquirir conhecimentos para implantar os pilares da economia solidária, com geração de renda e inclusão social.

O Flor de Kantuta é um grupo formado por mulheres migrantes andinas que, no Brasil, já viveram situações de grande exploração de trabalho dentro da cadeia têxtil de fast fashion. Tem a missão de gerar trabalho digno, com remuneração justa, valorizando conhecimentos e técnicas tradicionais, a cultura e raízes das participantes, priorizando o cuidado com o meio ambiente e favorecendo processos criativos com trocas de saberes. Com o projeto, visa aprimorar seu posicionamento de mercado e viabilidade econômica, através da construção de um plano estratégico para a sustentabilidade econômica do empreendimento.

Desde 2019 transforma resíduos têxteis em peças de vestuário, de modo a articular a moda como ferramenta de transformação em suas dimensões artísticas, culturais e socioambientais. Atualmente faz parte do line up da SPFW, além de realizar atividades e eventos junto a grupos de educação, cultura e consumo consciente. Com o projeto visa melhorar a operacionalização comercial (pontos de venda física e online que possam gerar fluxo de receita e/ou editais de fomento) e a escalabilidade, através da revisão do planejamento e mix de produtos da coleção.

Com o projeto, tem o objetivo de investir em melhorias de maquinário e também na ampliação da capacidade de oferecer novos serviços, além de desenvolver soluções inovadoras no segmento de roupas aquáticas para navegação. Com essas melhorias, esperam aumentar a capacidade de fabricação e atender a uma demanda crescente por roupas aquáticas de qualidade.

Através da transformação de roupas usadas em obras de arte customizadas, promove a sustentabilidade ambiental, a valorização da diversidade artística, o fortalecimento da economia solidária e o apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade. Com o projeto, o grupo pretende realizar workshops e atividades de capacitação, oferecendo às participantes a oportunidade de desenvolver suas habilidades e gerar renda através da arte da costura.

A cooperativa de costura, iniciada em 2015 e formalizada em 2017, possibilita uma renda para todas as cooperadas através de prestação de serviço de confecção para pequenas marcas com propósito ambiental e social. Com o projeto, busca uma estrutura adequada para realizar o corte do tecido para possibilitar a produção e maximizar o aproveitamento dos tecidos. Também quer aprimorar o conhecimento e gestão da cooperativa, através da melhoria do trabalho colaborativo.

O coletivo surgiu em 2015, com um espetáculo de turbantes, com o propósito de destacar a diversidade da moda ancestral negra e a missão de introduzir novas sensibilidades criativas no cenário da moda brasileira. Com o projeto, planeja impulsionar capacidade de inovação, aumentar a produtividade, desenvolver estampas autorais com inspiração ancestral africana, adquirir máquinas de costura industriais e profissionais para a produção de peças e investir em cursos para aprimorar as habilidades da equipe criativa da moda.

O Instituto impacta diretamente mais de 180 crianças, jovens e adultos por meio de oficinas nos pilares da cultura, esporte, meio ambiente e sustentabilidade. Desenvolveu o Vid’Art Confecções, pois os uniformes, figurinos e cenários possuem um valor inacessível para o público periférico. Com o projeto, busca adquirir mais maquinários e contratar profissionais para ministrarem cursos complementares na formação das alunas. Com o crescimento da iniciativa, querem expandir a confecção de uniformes e figurinos para outros projetos sociais, além de proporcionar uma forma de geração de renda para o grupo produtivo.

 Desenvolve vídeos, fashion-filmes, editoriais fotográficos e desfiles. Atualmente, cria roupas e pretende lançar uma coleção slow fashion. Com o projeto, busca a melhoria do espaço de trabalho, através da manutenção de equipamentos e instalações. Além disso, ampliou a linha de produtos da marca desenvolvendo uma linha de camisetas feitas a partir do reaproveitamento têxtil.

Criada em 2020 a marca Afrikini celebra e valoriza a beleza da mulher negra brasileira, oferecendo biquínis e saídas de praia com estampas autênticas africanas e modelos que representam a diversidade. Com o projeto, busca expandir a capacidade produtiva e presença de mercado da marca através do aprimoramento  dos processos e estratégias de gestão, otimizando as operações para reduzir custos e aumentar a eficiência.

O negócio atua no sentido de ressignificar o conceito de moda, de forma criativa e consciente, reaproveitando materiais de reuso e trazendo novas possibilidades de vestir, atendendo a um público diverso. Com o projeto, visa estabelecer um modelo de negócio que possibilite ampliar a visão de mercado e, proporcionar visibilidade e expansão à marca a partir de uma comunicação e marketing bem estruturados. E, como um dos pilares fundamentais, poder investir e adquirir os materiais e equipamentos para subsidiar a produção.

Criada em 2018, é uma marca afro futurista e afro-brasileira com referências afro-indígenas. Desde 2021 está no line-up da Casa de Criadores, a segunda maior semana de moda do Brasil,  e desenvolve diversas capacitações para pessoas em regiões periféricas. Com o projeto busca melhorar a estrutura de gestão e do espaço físico de trabalho e garantir mais oportunidades de trabalho para a região em que estão inseridos.

Fundada em 2017 no Grajaú, é uma marca de moda marginal, e projeto sociocultural, que opera enquanto Laboratório de Criação e Pesquisa de Moda Marginal. Com o projeto, busca operar de forma autossuficiente atuando nas áreas de criação e pesquisa, indumentária e consultoria e educação criativa.

Nasceu em 2013 e desde então vem se aperfeiçoando na modelagem de mochilas e bolsas. Atua com desenvolvimento do protótipo, criação da peça piloto e design, com  inovação, ergonomia e conforto que o produto deve proporcionar ao consumidor final. Com o projeto, busca reformular e estruturar o modelo de trabalho, a garantir um método eficiente de trabalho e com qualidade, melhorando a funcionalidade do espaço, aumentando a produtividade e a captação de mais clientes, além de auxiliar na gestão administrativa e financeira, além do investimento em  maquinários especializados para produção de peças em couro.